sábado, 28 de fevereiro de 2009

Quadrinhos: Northlanders

Para quem gosta de histórias medievais há um grande vazio no atual mercado de quadrinhos. As recentes histórias do Conan não agradam tanto como na áurea fase de Roy Thomas e John Buscema e, salvo alguns obscuros quadrinhos europeus, o mesmo pode ser dito para o restante do gênero medieval na nona arte.
Porém, em 2007, Brian Wood, autor de DMZ, iniciou uma série de quadrinhos que preenche em parte essa carência de quadrinhos medievais. Tratando especificamente de Vikings, Northlanders (o título da revista) traz arcos de histórias independentes que se passam em períodos distintos da Idade Média. Cada arco dedica-se a contar uma história "nórdica" fechada, centrada em um único personagem. Em alguns aspectos, Northlanders lembra as antigas histórias do Príncipe Valente, exceto na quantidade de violência, sexo e crueldade apresentadas.
Até então, há apenas 3 arcos publicados, pois o título segue o formato de arco "grandes" separados por um arco pequeno. As histórias publicadas são as seguintes:
  1. Edições 1 a 8: "Sven, The Returned" trata de um nórdico que vivia como mercenário no Império Bizantino, até regressar em uma caçada a seu tio, que roubou a herança deixada por seu pai.
  2. Edições 9 e 10: "Lindisfarne" conta a história de um garoto e o saque de um monastério em 793 AD.
  3. Edições 11 a 16: "The Cross + the Hammer" é a história de um irlandês que usa táticas de guerrilha contra uma força de ocupação Viking nos arredores de Dublin.
Essa sugestão é mais uma amostra da qualidade dos quadrinhos fora do mainstream, trazidos por autores como Mark Millar, Brian Wood, Brian K. Vaughan, etc. Para quem está cansado de super-heróis, vale a pena conferir.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Explosão de Bacon: A receita definitiva para o churrasco

The other day the guys from BaconToday.com contacted me in search for some barbecue bacon recipes. Of course I have plenty of great uses for bacon in a barbecue pit, but the longer I thought about it, the more I wanted to step it up a notch and clog a few arteries for those guys. Behold, BACON EXPLOSION!!! Here’s what you’ll need…

2 pounds thick cut bacon
2 pounds Italian sausage
1 jar of your favorite barbeque sauce
1 jar of your favorite barbeque rub

To kick off the construction of this pork medley you’ll need to create a 5×5 bacon weave. If the strips you’re using aren’t as wide as the ones pictured, then you may need to use a few extra slices to fill out the pattern. Just make sure your weave is tight and that you end up with a nice square shape to work with.

The next step is to add some barbeque seasoning on top of your bacon weave. Being the barbeque addict that I am, I whipped up a batch of Burnt Finger BBQ’s competition pork rub for this special occasion. Seeing as not everyone has the time, or the expertise, to create a tasty rub of their own, I would recommend trying Bad Byron’s Butt Rub, Rendezvous Famous Seasoning, or Steven Raichlen’s All-Purpose Rub.

Now that you’re pork is well seasoned, it’s time to add more pork. Take two pounds of Italian sausage and layer it directly on top of your bacon weave. Be sure to press the sausage to the outer edges of the bacon creating a patty that is the same thickness all the way across. Most grocery stores carry loose sausage, so just pick out one you like. I chose to go with a mild sausage, but spicy would work just the same. If you really want to get crazy, take a stab at making your own homemade sausage.

Next up is bacon layer number two. Take the remaining bacon slices and fry them up the same way you would for breakfast (or lunch, or dinner, or a midnight snack). If you like soft bacon, make it soft. If you like crunchy bacon, make it crunchy. If you like your bacon burnt to hell so the smoke detectors go off, then burn it to hell so the smoke detectors go off. These pieces are going to be a major part of the inner flavor of our sausage fatty, so cook them your favorite way. Personally, I like my bacon right at the point when it starts to get crispy, but hasn’t quite lost all of the softness yet. Regardless of how well done you like yours, you’ll need to crumble or chop the cooked strips into bite size pieces and place on top of the sausage layer. (Note-It’s okay, and encouraged, to snack on these pieces while your chopping/crumbling. But keep in mind that once those bacon morsels touch the raw sausage, you’ll need to resist all temptations to nibble. This can and will be difficult, but hospital trips are no fun, so stay strong.)

Since this is a barbeque recipe, we need to add another layer of barbeque flavor. Take your favorite sauce and drizzle it all over the top of the bacon pieces. Personally, I prefer to use Burnt Finger BBQ’s homemade competition sauce, but if you’re torn on what brand to use I recommend Cowtown, Blues Hog, and Fiorella’s Jack Stack. Once you’ve sauced the bacon, sprinkle on some more of the barbeque seasoning you used on the bacon weave.

Now comes the fun part. Very carefully separate the front edge of the sausage layer from the bacon weave and begin rolling backwards. You want to include all layers EXCEPT the bacon weave in your roll. Try and keep the sausage as tight as possible and be sure to release any air pockets that may have formed. Once the sausage is fully rolled up, pinch together the seams and ends to seal all of the bacon goodness inside.

At this point we can start to see the final shape of our Bacon Explosion, but we’re missing one key item. To complte the constuction process, roll the sausage forward completely wrapping it in the bacon weave. Make sure it sits with the seam facing downward to help keep it all sealed up.

Sprinkle some barbeque seasoning on the outside of the bacon weave, and now this bad boy is ready for the smoker. Cook your Bacon Explosion at 225 degrees in a constant cloud of hickory smoke until your Thermapen gives an internal temperature reading of 165 degrees. Normally this will take about 1 hour for each inch of thickness, but that could vary depending on how well you maintain your fire and also how many times you open the smoker to take a peek. Mine took about 2.5 hours, which was right on target with its 2.5 inch diameter.

Now that our Bacon Explosion is fully cooked, we need to add some finishing flavors. Remember that barbecue sauce we used for inner flavor? We’ll be using that same sauce to glaze the cooked bacon weave. Using a basting brush, coat the entire surface with a thin layer of sauce. Sweet sauces are loaded with sugars, so they’ll give your fatty a nice glossy finish. Spicy and vinegar based sauces don’t contain as much, so they won’t set up as well. If you’re dead set on using those sauces, just cut them with a bit of honey and you’ll get the same effect.

Slice the Bacon Explosion into quarter to half inch rounds to serve. If your roll was good and tight, you should now see a nice bacon pinwheel pattern throughout the sausage. Obviously pork is best served by itself, but if you feel the need to make this meat monster into a sandwich, try placing a couple Bacon Explosion slices on a warm Pillsbury’s Grands Biscuit. You’ll reach pork Nirvana in no time flat!

Link Original: http://www.bbqaddicts.com/blog/recipes/bacon-explosion/

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Burn Notice

Imagine que um agente brasileiro da Abin (ou da PF, ou da PM, ou do DOI-CODI) seja descredenciado no meio de uma missão e que agora ele tem que se virar para sobreviver, no meio de uma favela do Rio de Janeiro, por meio de negociatas com os criminosos locais.
Essa é a premissa da série Burn Notice, recém renovada para uma terceira temporada, com algumas diferenças:
  1. O agente é americano;
  2. Ele é da CIA;
  3. A base de operações dele passa a ser Miami (pelo menos na primeira temporada);
  4. O agente tem que prestar contas para a mãe dele(que eu suspeito que seja uma agente também...).
O tom da série é bem humorado e mostra o ex-agente usando as táticas de espião para conseguir o que quer.
Salvo algumas babaquices usuais (o cara é meio bonzinho), vale a pena conferir, e fica a idéia para um spinoff brasileiro. :)

A Crude Awakening: The Oil Crash

Esse documentário trata do fim do mund...da abundância de petróleo que acabará com a sociedade, que conhecemos hoje. Os americanos estão mais tranquilos, já que o último ex-presidente injustiçado garantiu a possessão da última grande reserva de petróleo do mundo.
É claro que, nós brasileiros, também estamos tranquilos e seguros, pois o Nosso Guia e a eficiente PetrobraZ defenderão o nosso amado e imaginário "Pré-sal"!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Escape From City 17

Directed by The Purchase Brothers, Escape From City 17 was supposedly shot with "no money, no time, no crew, no script, [and] the first two episodes were made from beginning to end on a budget of $500".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dica: Der Rote Baron / The Red Baron (Não veja)

Filme alemão falado em inglês mostra Manfred von Richthofen, mais conhecido como o Barão Vermelho, como um dos heróis alemães da Primeira Guerra. Num país de poucos ídolos, isto é, no mínimo, uma sensação.

O filme começa bem com combates aéreos empolgantes, mas depois o filme decai em qualidade... a história no chão não empolga... O filme mostra Richthofen como um guerreiro romântico que foi usado pelos alemães como propaganda na primeira guerra.

Conhecido como o Barão Vermelho pela cor do avião que pilotava, o barão prussiano Manfred von Richthofen deixou, antes de ser abatido em 21 de abril de 1918, um profícuo balanço de guerra: venceu 80 batalhas aéreas e matou 75 pilotos inimigos em 20 meses.

A recente biografia do Barão Vermelho escrita pelo historiador Joachim Castan também narra um episódio em que o barão pára de atirar contra um piloto inglês com problemas de munição. No solo, o barão cumprimenta o major inglês pela bela luta, aperta-lhe a mão e lhe oferece um cigarro.

Já um mito quando vivo, o Barão Vermelho ficou para a história como um misto de cavalheiro honrado e assassino sangrento. Noventa anos após sua morte, estréia, em 10 de abril próximo, o filme O Barão Vermelho, dirigido por Nikolai Müllerschön, que optou por mostrar um Von Richthofen mais humano, transformando-o assim num dos primeiros heróis alemães de guerra.

No papel do barão está Matthias Schweighöfer, ganhador do prêmio Bambi 2007, o Oscar do cinema alemão, na categoria filme nacional. Para o papel, Schweighöfer teve que vencer, primeiramente, seu medo de voar através de uma terapia, afirmou.

Tímido e cheio de questionamentos

Barão ficou conhecido pela cor do avião que pilotavaBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Barão ficou conhecido pela cor do avião que pilotavaBaseada no livro do historiador Joachim Castan O Barão Vermelho. A história completa de Manfred von Richthofen, lançado no final do ano passado, a produção alemã falada em inglês sobre o corajoso barão prussiano da Primeira Guerra custou 18 milhões de euros – uma superprodução para o cinema alemão.

Atrás da fachada narcisista, a biografia de Castan mostra um Von Richthofen tímido e cheio de questionamentos. O livro também questiona a relação entre guerra e heroísmo.

Sem glorificar a guerra, tanto o livro quanto o filme apresentam um Barão Vermelho mais humano, mais próximo da fama de herói – algo bastante incomum num país de poucas declarações patrióticas como a Alemanha.

"Houve muita relutância histórica e há muitas vozes na Alemanha que ainda dizem que não se deve fazer um filme sobre um herói alemão", afirmou o roteirista e diretor do filme Nikolai Müllerschön, acrescendo que o filme faz uma clara crítica à guerra.

Barão Vermelho: assassino ou herói?Em seu avião Fokker DR 1, o Barão Vermelho descobriu que a guerra não é um jogo e que o desejo de uma luta honrada pouco tem a ver com a obrigação de matar o maior número possível de inimigos. Foi assim também que o barão perdeu a vida, poucas semanas antes do fim da Primeira Guerra.

O filme apresenta um herói sensível que se conscientiza da brutalidade da guerra através do amor pela enfermeira Käte, protagonizada pela atriz britânica Lena Headey. O Barão Vermelho traz ainda, como atores coadjuvantes, o alemão Til Schweiger e o inglês Joseph Fiennes.

Assim como A Queda, produção que conta os últimos dias de Hitler, e o recente filme de Tom Cruise sobre a vida de Claus von Stauffenberg, que planejou o atentado contra o ditador, o atual filme faz parte de uma série de recentes filmes alemães que denunciam o crescente interesse do país sobre temas de guerra.

http://www.imdb.com/title/tt0365675/
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Red_Baron_(film)

Link da resenha: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,3213655,00.html


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Dica: The Man from Earth


Um filme intrigante, para quem gosta de pensar! Ficção de primeira categoria num filme de baixo custo (200k usd).

Uma festa de despedida ao professor John Oldman - e nunca um apelido descreveu tão bem o seu possuidor - muda inexplicavelmente de intento quando este decide contar aos seus amigos que tem... 14 mil anos. Dando ordem a uma larga e extensa discussão científica entre alguns dos mais conceituados professores da Universidade em que lecionava, todo o tipo de dogmas, desde dos religiosos aos científicos, são colocados sobre suspeita, num ambiente cético. Baseado na última obra de uma dos mais aclamados escritores de ficção científica, Jerome Bixby, "The Man from Earth" é, mais do que um bom filme, uma grande lição sobre a história do nosso planeta.

Envolto num vulgar e ingênuo cenário, interpretado por um elenco não mais do que competente, produzido com um orçamento extremamente limitado... mas proprietário de um argumento fabuloso, mesmo que utópico, "The Man from Earth" - filme que ganhou fama devido à permissão pública do seu produtor para que qualquer cinéfilo fizesse o seu download da Internet, de forma livre - é um daqueles pequenos tesourinhos independentes que ocasionalmente aparecem na indústria e que se transformam rapidamente numa obra de culto, conquistando de forma arrebatadora milhares e milhares de admiradores. Isto porque, e como diz o povo, a maestria está na simplicidade e "The Man from Earth" conquista e prende o espectador sem grandes artimanhas ou qualquer efeito especial de pós-produção. Tal como se de uma peça de teatro se tratasse. A prova de que por vezes basta uma cuidada narrativa, dois bons atores como John Billingsley e David Lee Smith e uma realização segura, para moldar um filme hábil e completo.

http://www.imdb.com/title/tt0756683/
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Man_From_Earth

Trivia: In what may be an unprecedented move, the producer of this film, Eric D. Wilkinson IMDb, has publicly thanked users of BitTorrent who have distributed the movie without express permission, saying that it has lifted the profile of this product far beyond the financier's expectations.[4] Producers Schenkman (sellingrs), Bixby (Emerson_Bixby) and Wilkinson (EWilkinson100) have all written comments on IMDb forums and responded to questions from fans.